PLANALTO ESCALA OS IDIOTAS APARELHADOS SEM COMPROMISSO COM O BRASIL

Planalto escala ministros para compor frente anti-impeachment
DANIELA LIMA
DE SÃO PAULO

22/09/2015 02h00
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A proliferação das discussões sobre o impeachment no Congresso e a saída do vice-presidente Michel Temer (PMDB) da articulação política levaram a presidente Dilma Rousseff a escalar um time de ministros que atuam diariamente para dissuadir antigos aliados e até opositores de embarcar no movimento por seu afastamento.

Os ministros da frente anti-impeachment se reúnem com parlamentares e dirigentes de partidos de diferentes áreas, fazem apelos pela governabilidade e, muitas vezes, marcam reuniões entre a própria presidente e líderes de legendas que se afastaram do Planalto.

Na linha de frente dessa articulação estão ao menos quatro nomes. Outros dois atuam no mesmo sentido, embora com mais discrição e menos poder de fogo.

A ministra Kátia Abreu (Agricultura) ficou com a missão de contornar dificuldades por meio de contato com deputados e senadores da bancada ruralista.

A operação ainda não deslanchou. Em encontro recente com o líder do PTB na Câmara, Jovair Arantes (GO), ouviu que a bancada estava insatisfeita e que o problema não era a interlocutora –a ministra–, mas o governo “que não faz o que promete”.

Ela também é uma das principais interlocutoras do Planalto com o líder do PMDB na Câmara, Leonardo Picciani. A operação, no entanto, irritou outros nomes do partido, que se sentiram “atravessados” e dizem não reconhecer a ministra como um quadro orgânico do PMDB.

Em outra ponta, Gilberto Kassab (Cidades) tem buscado conter defecções em seu próprio partido, o PSD. Além disso, tem feito reuniões com deputados da oposição, como o PSDB.

Alguns desses encontros têm rendido situações insólitas. Um deputado do PSDB de Goiás relatou a colegas da bancada que estava em uma reunião com Kassab quando Dilma telefonou ao ministro.

Kassab teria informado que estava diante de um parlamentar da oposição. Dilma, então, pediu para falar com o tucano. A presidente teria pedido “racionalidade” e que ele “pensasse no Brasil”.

LINHA DE FRENTE

O principal articulador de Dilma hoje é seu assessor especial, Giles Azevedo. Ele tem atuado em conversas com diversas legendas e é o responsável por agendar reuniões entre dirigentes de siglas e a própria presidente. Foi por meio de Giles que o chefe do PSC, pastor Everaldo, foi parar no Planalto, no dia 9.

Após uma conversa amena, Dilma pediu apoio no Congresso. O pastor respondeu que seu partido –que tem 13 deputados– seria a favor de “medidas boas para o Brasil”, desde que não venham “acompanhadas de aumento de impostos”.

Antes de sair, Everaldo indicou à presidente um versículo de São Tiago, o apóstolo: “Seja pronto para ouvir, tardio para falar”.

Ao lado de Giles está o petista Ricardo Berzoini, hoje ministro das Comunicações. Oficialmente, é ele quem negocia com parlamentares os cargos no governo.

De forma menos enfática, outro nome que tem atuado é o ministro Edinho Silva, chefe da Comunicação do Planalto. Com bom trânsito no PT, atua como bombeiro.

Ele também mantém relações com nomes históricos do PSDB, como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Edinho conheceu a ex-mulher do presidente, Ruth Cardoso, em Araraquara. É um dos entusiastas do diálogo do governo com a oposição.

Há ainda o ministro Antônio Carlos Rodrigues (Transportes). Dirigente do PR, faz apelos quase diários pela permanência da sigla na base.

PMDB

O PMDB é o principal alvo desses atores, mas como as relações com o partido estão muito esgaçadas, a própria presidente assumiu as conversas com os maiores caciques do partido: o vice-presidente Michel Temer, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (RJ), e o do Senado, Renan Calheiros (AL).

Na avaliação de parlamentares, a iniciativa tem um custo. Se conseguir manter o PMDB como aliado, terá uma grande vitória. Se o partido a abandonar formalmente, no entanto, será sua maior e, talvez, definitiva derrota.

Mais de 88 mil crianças estão “casadas” no Brasil, aponta IBGE

Mais de 88 mil crianças estão “casadas” no Brasil, aponta IBGE
Fonte: ig.com.br – 09/09/15 15h24
Divulgação
Mais de 88 mil crianças entre 10 e 14 anos estão “casadas” no Brasil, aponta IBGE Mais de 88 mil crianças entre 10 e 14 anos estão “casadas” no Brasil, aponta IBGE
Estimular o envolvimento paterno na vida das filhas de forma ativa é uma das principais maneiras de evitar o casamento na infância e adolescência. A estratégia faz parte das recomendações do relatório “Ela vai no meu barco – Casamento na infância e adolescência no Brasil”, que será lançado nesta quarta-feira (9) pelo Instituto Promundo.

Segundo pesquisa apresentada no relatório, a idade média de casamento e de nascimento do primeiro filho de meninas entrevistadas é 15 anos. Os homens são, em média, nove anos mais velhos.

O trabalho do Promundo tem o objetivo de promover o direito de as meninas decidirem, livre e plenamente, quando e com quem se casar.

Segundo a coordenadora da pesquisa, Alice Taylor, as meninas com a presença do pai na educação têm maior autoestima e escolhem parceiros com comportamentos e atitudes mais igualitárias em termos de gênero. Elas também vivenciam menos violência sexual ou a atividade sexual precoce e indesejada.

“É uma recomendação muito importante trabalhar as normas de gêneros sobre a prática [relacionada ao casamento]. Trabalhar com homens, meninos, meninas, lideranças religiosas e comunitárias, redes de proteção sobre os direitos e escolhas possíveis para meninos e meninas, as suas possibilidades dentro de relacionamentos, seus direitos sexuais”, disse Alice.

De acordo com dados de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), pouco mais de 88 mil meninas e meninos, entre 10 e 14 anos, estão em uniões consensuais, civis e/ou religiosas, no Brasil. Na faixa etária de 15 a 17, o número chega a 567 mil, e com 18 ou 19 anos, mais de 1 milhão de pessoas já estão em uma união formal ou informal.

Alice disse ainda que essa é uma reflexão que deve envolver toda a comunidade, de desconstrução desse modelo de comportamento em que os homens acabam se casando com meninas mais novas, porque as acham “mais atraentes e fáceis de controlar”. Acrescentou que as meninas, desejando sair da casa dos pais, se casam para ter sua liberdade, mas acabam desapontadas e vivendo experiências de controle ainda maior por parte do marido. “Uma coisa é o casamento em si, outra é a dinâmica que existe diante da diferença de poder, do homem com mais experiência”. Para a pesquisadora, isso tem impacto sobre as meninas, que tendem a deixar a escola ou engravidar mais cedo.

O relatório apresenta os resultados de uma pesquisa, feita de 2013 a 2015, sobre atitudes e práticas envolvendo casamento na infância e adolescência nas regiões metropolitanas de Belém, no Pará, e de São Luís, no Maranhão. Segundo dados do IBGE, os dois estados têm alto número de casamentos infantis (de meninos e meninas com idade entre 10 e 18 anos).

A pesquisa foi feita em parceria com a Universidade Federal do Pará, a Plan International Brasil, no Maranhão, e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), com o apoio da Fundação Ford.

Embora os dois gêneros vivenciem casamentos infantis, as meninas são mais afetadas pela prática. De acordo com o relatório, entre os meninos, 18 anos é o padrão de idade ao se casar, enquanto o das meninas é 15 anos. Existem diferentes fatores que levam aos casamentos infantis, mas a principal questão, na América Latina, segundo o relatório, é que eles são considerados consensuais, não são arranjos como em outros países. “Existem formas de pressão sim, e o importante é identificar em qual contexto as meninas fazem essa escolha”, afirmou Alice Taylor.

As questões socioeconômicas, as opções de trabalho, a escolarização, o controle da sexualidade, a gravidez indesejada são fatores que, para a coordenadora do trabalho, podem levar ao casamento infantil. O relatório também mostra que os meninos adolescentes, da mesma idade que as meninas casadas, são desprezados como parceiros por causa da percepção de que não são responsáveis nem provedores.

Alice Taylor informou que o Promundo trabalha em diversos países pela igualdade de gênero, a prevenção da violência contra as mulheres e, há cerca de dois anos, com direitos das crianças e adolescentes. Ela lembrou que, no Brasil, há trabalhos importantes e avanços sobre temas como gravidez na adolescência, evasão escolar, exploração sexual e infantil, mas ainda não havia sido explorada a questão do casamento e como esses relacionamentos de crianças e adolescentes estão ligados a outras questões.

“É importante que o tema tenha visibilidade e seja discutido em vários ambientes da sociedade civil. A primeira etapa é dialogar, é um tema que existe e é preciso pensar como deve ser articulado dentro de políticas públicas, quais os tipos de sistema e direitos que poderiam ser melhorados”, afirmou.

Além da abordagem a homens e meninos, como pais e futuros maridos, Alice acrescentou que é preciso melhorar a legislação, para não ter tantas ambiguidades. “A legislação não abrange tudo, poque nem todos os casamentos são civis ou religiosos. Mas os casamentos informais têm os mesmos tipos de consequências que os formais”.

Conforme estimativa apresentada no relatório, o Brasil ocupa o quarto lugar no mundo em números absolutos de mulheres casadas até os 15 anos. São 877 mil mulheres, com idade entre 20 e 24 anos, que se casaram até os 15 anos (11%). Entre mulheres com idade de 20 a 24 anos, estima-se que 36% (aproximadamente 3 milhões) se casaram aos 18 anos. Em outros países da América Latina e do Caribe, os níveis de ocorrência são maiores apenas na República Dominicana e Nicarágua

ARAGUAÍNA AINDA VIVE NO PERÍODO NEOLÍTICO DA POLITICA

Reunião termina em confusão entre vereadores; Capixaba chama Dimas de “mentiroso” e aliados tomam microfone
Fonte: AF Notícias – Da Redação – 11/09/15 09h21
Divulgação
Vereador chama prefeito de “mentiroso” e aliados avançam pra tomar microfone Vereador chama prefeito de “mentiroso” e aliados avançam pra tomar microfone
Da Redação
Portal AF Notícias

Uma grande confusão envolvendo vereadores de Araguaína (TO) tomou conta de uma reunião com a comunidade do setor Itaipu, na noite desta quinta-feira (10). Segundo informações, o prefeito Ronaldo Dimas se reuniu com a população para esclarecer questionamentos sobre o andamento das obras de pavimentação asfáltica no setor, e convidou os vereadores. A revolta dos moradores é que apenas algumas ruas serão pavimentadas, conforme o projeto original.

Na reunião, o prefeito discursou e garantiu que o setor será beneficiado com as obras. Em seguida abriu a palavra aos demais. Alguns vereadores falaram e, por último, o parlamentar de oposição, Batista Capixaba, crítico ferrenho da gestão, pegou o microfone, parabenizou pela reunião e alfinetou dizendo que o projeto de pavimentação foi apenas “batizado” de Setor Itaipu através de “propagandas a todo minuto”. “O trem mais lindo do mundo”, acrescentou.

– “Tenho propaganda no meu celular onde fala que o setor Itaipu vai ser asfaltado, são quase 10 milhões investidos. Está sendo asfaltado o setor Céu Azul, Palmas, Alto Bonito e Vitória. Parabéns, eu acho que todos os setores devem ser asfaltados. Mas o Itaipu nesse momento não pode abrir mão. O prefeito está fazendo a propaganda mais uma vez e inclusive, falei na Câmara e chamei vossa excelência de mentiroso”, disse Capixaba.

Nesse momento, os vereadores da base aliada ao prefeito fecharam Capixaba e tomaram o microfone de sua mão. Um vídeo enviado ao AF Notícias mostra o momento em que Capixaba aponta o dedo para o prefeito Dimas e o chama de “mentiroso”. Em seguida, os vereadores Xeroso, Luzimar Coelho, Aldair da Costa (Gipão) e Marcus Marcelo interrompem o discurso.

Já com o microfone, o presidente da Câmara, Marcus Marcelo, justificou a ação: “A reunião não tem necessidade disso. Eu sempre sou a favor do diálogo, mas desse jeito não resolve”, afirmou. Dimas não respondeu às provocações do vereador Capixaba.

Na manhã desta sexta-feira (11), Capixaba procurou a Delegacia de Polícia Civil para registrar um Boletim de Ocorrência.

Assista ao vídeo

SISEPE EDUCA MARCELO MIRANDA O TROGLODITA POLÍTICO PROFISSIONAL

Sisepe pede que servidores no limite da renda permitida tenham prioridade em programa habitacional
leia mais Minha Casa, Minha Vida
Marcelo assina contratos que beneficiam servidores com 3 mil unidades habitacionais
Contemplados
Primeiros contratos do Minha Casa Minha Vida para servidores públicos serão assinados dia 9
Da Redação
Durante a solenidade de entrega das unidades habitacionais do Programa Minha Casa Minha Vida direcionado ao funcionalismo, o Sindicato dos Servidores Públicos no Estado do Tocantins (Sisepe) cobrou do governo do Estado, efetividade nas ações relacionadas ao projeto.

Presente na cerimônia de assinatura das primeiras 56 unidades habitacionais, o presidente Cleiton Pinheiro enfatizou a situação dos servidores que fizeram cadastro para aquisição da casa própria ainda na primeira gestão de Marcelo Miranda, em 2005, e não foram contemplados porque o processo foi interrompido. A solenidade de assinatura aconteceu na tarde desta quarta-feira, 9 de setembro, no Palácio Araguaia.

Em seu pronunciamento, o presidente do Sisepe expressou sua preocupação com os servidores que, em 2005, foram contemplados no Programa Habitacional e, agora, por estarem com uma remuneração maior, não se enquadram nas exigências de renda familiar solicitada pelo Programa.

“São servidores que foram contemplados naquela época, mas como o salário aumentou, em virtude de concessão de data-base e progressões, ele não poderá mais ser enquadrado no programa e não terá sua casa própria. Isso fará, infelizmente, com que algumas pessoas sejam prejudicadas e tenham que optar por outros programas com juros maiores”, argumentou Cleiton Pinheiro.

Foto: Divulgação
Cleiton Pinheiro: “Sindicato é parceiro e apoiador de toda ação governamental que traga benefícios”

O presidente do Sisepe também destacou a importância da iniciativa e lembrou que os servidores públicos aguardam com expectativa a oportunidade de adquirir sua casa própria. “O Sindicato é parceiro e apoiador de toda ação governamental que traga benefícios para o servidor público. Estamos torcendo para que o atual programa atenda, efetivamente, a todos os servidores”, destacou.

Pinheiro lembrou ainda da importância de haver ampla divulgação sobre o programa para que os servidores que estão no limite da renda permitida, possam ser contemplados o mais rápido possível. “Pedi, um a um, o empenho dos secretários e chefes de autarquia, para que orientem os Departamentos de Recursos Humanos a fazerem ampla divulgação sobre o programa. Além disso, o servidor também poderá procurar a Secretaria da Habitação”, pontuou.

Para o Sindicato, uma ação acertada do Programa diz respeito ao fato de contemplar servidores estaduais e municipais. “É uma parceria que vem pra atender toda a categoria dos servidores públicos e atende os anseios do Sisepe. Nós parabenizamos o Governo e pedimos somente que esse benefício se estenda a todos as cidades do Tocantins e não somente às maiores cidades”, argumentou Cleiton Pinheiro.

Sobre o programa
O Programa Habitacional dos Servidores Públicos é resultado de uma parceria entre a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Regional, Urbano e Habitação (Sedruh) e o Ministério das Cidades. Os contratos assinados nesta quarta-feira são relativos aos dois blocos de apartamentos do Residencial Netuno.

A assinatura do Termo de Acordo de Cooperação e Parceria entre o Governo do Estado e a Caixa Econômica Federal vai viabilizar todas as etapas do Programa. Nesta primeira etapa, serão construídos 392 apartamentos.

Na Capital, o programa será desenvolvido em parceria entre o Governo do Estado, Caixa Econômica Federal e Prefeitura de Palmas. Ele será estendido também para outras cidades como: Porto Nacional, Paraíso do Tocantins, Araguaína e Gurupi, nesta primeira etapa.

Segundo o governador, essa ação faz parte do compromisso da sua gestão, que busca oferecer condições de moradias dignas para a população tocantinense.
Os servidores públicos interessados em participar do Programa Habitacional deverão entrar em contato com os departamentos de Recursos Humanos dos órgãos onde estão lotados. Também poderão procurar as informações na Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional, Urbano e Habitação ou na Secretaria Municipal de Habitação de Palmas.

Cada apartamento tem 61 metros quadrados, com dois quartos, sendo uma suíte. A taxa de juros é a partir de 5,5% ao ano e subsídio. A entrada será de 10% sobre o valor financiado e com prazo de pagamento de até 30 anos.

ADRIANO VICTOR O JOVEM IDEALISTA QUE VIVIA PELO BEM DOS OUTROS

Adriano Victor um filho de DEUS que amou o ser humano e sempre adorou a DEUS
Adriano Victor um filho de DEUS que amou o ser humano e sempre adorou a DEUS

Conheci Adriano Victor e convivi com ele.Era jovem demais para morrer,mas o destino tem suas opções.Adriano era alegre,simpático demais e fazia o bem para todas as pessoas.Fazia muitas perguntas,amava viver,amava a chuva e as mudanças de tempos,amava os pássaros.Era contestador contra a injustiças.Filho amado e amigo de todas as pessoas,amava os idosos e cuidava das pessoas doentes.Era um jovem que estudava o Principio Divino,TINHA MUITA FÉ e buscava DEUS em seus questionamento,orações e amizades.Adriano teve sua vida ceifada no Trânsito violento e mal administrado de Palmas.Adriano era correto,pilotava motos há muito tempo e andava em velocidade média.Mas os motoristas de veículos automotores voam em Palmas e nada lhes acontece e assim vão ceifando vidas e dolosamente sobrevivem matando pessoas boas.
Palmas Colombiana tem que voltar a ser brasileira e os palmenses tem que administrar sua vida em Palmas.Adriano era idealista e seria candidato a vereador pelo PSB.Ele defendia a família e os ideias sagrados.
Adriano está no Paraíso celeste com jesus Cristo.

Joelma diz se sentir ameaçada por Chimbinha e polícia aciona Lei Maria da Penha

Joelma diz se sentir ameaçada por Chimbinha e polícia aciona Lei Maria da Penha

Em boletim de ocorrência divulgado pela TV Liberal Belém, cantora disse temer pela sua integridade física após divórcio

10/09/2015 às 20:21 – Atualizado em 10/09/2015 às 20:21

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Um dia depois de Joelma, da banda Calypso, dar um depoimento a portas fechadas em uma delegacia do bairro de Jaderlândia, em Ananindeua (PA), a assessoria de imprensa da Polícia Civil do Pará divulgou nesta quinta-feira um comunicado em que afirma que o caso da cantora foi transferido para a Divisão Especializada no Atendimento à Mulher, por conta da natureza de sua denúncia, prevista na Lei Maria da Penha.

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Uma reportagem do programa Bom Dia Pará, da TV Liberal Belém, afiliada da Rede Globo, divulgou trechos de um boletim de ocorrência que teria sido registrado por Joelma. A cantora afirma estar se sentindo ameaçada pelo ex-marido, Cledivan de Almeida Farias, conhecido como Chimbinha. Ela diz que foi traída pelo músico e que, por esse motivo, decidiu pedir o divórcio, mas ele não se conformou e liga diariamente para as suas empregadas.

Joelma ainda disse temer pela sua integridade física, pois o guitarrista tem histórico de violência, já que chegou a agredir fisicamente um dançarino da banda Calypso no passado. Por causa disso, ela afirmou ter saído de casa no dia 1º de setembro e ficou sabendo que Chimbinha teria dito que isso “ainda ia acabar em morte”.

Em nota, a Polícia Civil do Pará afirma que iniciou uma investigação por meio de sua Corregedoria-Geral para apurar o vazamento de informações contidas no boletim de ocorrência registrado pela cantora. “A Polícia Civil ressalta ainda que todas as informações referentes à apuração da denúncia serão tratadas em absoluto sigilo, conforme previsto na legislação penal brasileira”, diz o texto.

O caso lembra o de Zilu e Zezé Di Camargo no ano passado, quando a ex do sertanejo foi vista saindo de uma delegacia em Barueri (SP), onde teria ido para se informar como se proteger de ataques do cantor na internet. Na ocasião, Zezé criticou a ex por acompanhar a chamada imprensa marrom, especializada em fofocas e sensacionalismo. Segundo ele, “só lixo”, que “artistas” e “pessoas do bem” não seguiriam.

Separação – Joelma e Chimbinha anunciaram o fim do casamento de 18 anos em meados de agosto. Poucos dias depois, Chimbinha divulgou um comunicado em que negava a traição e dizia acreditar que eles superariam os problemas conjugais. “Não posso e não quero perder a minha família. Não quero viver longe de Joelma, a única mulher que amo verdadeiramente nessa vida. Deus vai me ajudar. Deus vai nos ajudar, e juntos – eu, Joelma e nossos filhos – voltaremos a viver novos e eternos dias felizes”, dizia a nota. Nesta quarta-feira, um áudio que seria de Chimbinha admitindo ter traído Joelma caiu na internet, mas a veracidade não foi confirmada pela assessoria da banda Calypso.

Os maiores sucessos da banda Calypso

Em nota conjunta, Fiesp e Firjan afirmam que “governo abriu mão de governar”

Em nota conjunta, Fiesp e Firjan afirmam que “governo abriu mão de governar”

Em duro recado ao Planalto, entidades apontam “hesitações, equívocos e incapacidade de lidar com os desafios”, cobram “reformas estruturais” e concluem: “O Brasil não pode mais esperar”

10/09/2015 às 23:07 – Atualizado em 10/09/2015 às 23:17

A presidente Dilma Rousseff no Palácio do Planalto
‘O Poder Executivo abriu mão uma de suas prerrogativas mais básicas: a iniciativa de propor ao Legislativo o ordenamento das receitas e despesas públicas segundo suas prioridades’, diz a nota de Fiesp e Firjan(Ueslei Marcelino/Reuters)

Em nota conjunta divulgada nesta quinta-feira, as Federações das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e do Rio de Janeiro (Firjan) se dizem “perplexas com a inação do governo diante da deterioração crescente do quadro econômico do País” e afirmam que “o governo abriu mão de governar”. As entidades cobram um rigoroso ajuste fiscal, com cortes das despesas e sem elevação da carga tributária.

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“O País repudia com ênfase novos aumentos de impostos. Esta é a receita fácil de sempre, mas a sociedade não aguenta mais pagar a conta da incompetência do Estado”, diz a nota, assinada pelo presidente da Firjan, Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, e pelo presidente da Fiesp, Paulo Skaf. “A perda do grau de investimento por uma agência de rating internacional é o desfecho de uma série de hesitações, equívocos e incapacidade de lidar com os desafios de uma conjuntura econômica cujo esfacelamento é resultado de incontáveis erros cometidos ao longo dos últimos anos.”

No dia 6 de agosto, Fiesp e Firjan já haviam divulgado nota conjunta em defesa da posição do vice-presidente Michel Temer (PMDB), então responsável pela articulação política do Palácio do Planalto. À época, as duas entidades afirmaram que o momento econômico e político brasileiro era “de responsabilidade, diálogo e ação para preservar a estabilidade institucional do Brasil”, e que a indústria brasileira se associava “ao apelo de união para que o bom senso, o equilíbrio e o espírito público prevaleçam no Brasil”.

Agora, as entidades lamentam a sucessão de erros do governo, coroada pelo envio de um projeto de Orçamento para 2016 com projeção de déficit de R$ 30,5 bilhões. “Assim, o Poder Executivo abriu mão uma de suas prerrogativas mais básicas: a iniciativa de propor ao Legislativo o ordenamento das receitas e despesas públicas segundo suas prioridades. Com esse ato, o governo abriu mão de governar”. Fiesp e Firjan cobram ainda reformas de longo prazo, como a criação de um limite para despesas públicas e a adoção de um programa de venda de ativos públicos para engrossar o caixa do governo.

“Só reformas estruturais de longo prazo recolocarão o Brasil no rumo do crescimento econômico e geração de emprego. O setor produtivo precisa de menos tributos para voltar a dar conta de girar a roda da economia”, afirmam os presidentes na nota conjunta, ressaltando que, até o final do ano o país corre o risco de ter 1,5 milhão de postos de trabalho perdidos caso nada seja feito. “O Brasil não pode mais esperar”, concluem.

(Com Estadão Conteúdo)